Sexo no avião é difícil, mas rola: comissários contam histórias picantes

Sexo nas Alturas – Confira depoimentos Picantes de Comissários que Flagaram Passageiros

Fazer sexo nas alturas é um fetiche bastante popular, visto que a dificuldade de transar no avião e a possibilidade de ser pego tornam a ideia excitante no imaginário de muita gente. Os voos noturnos longos são os mais propícios para esse tipo de situação.

“Como regra de segurança, fazemos rondas obrigatórias pelo avião e acabamos flagrando algumas coisas”, conta Beatriz*, que trabalhou como comissária de bordo durante 15 anos.

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O site, viagem do UOL, coletou alguns relatos de comissários de bordo, que tiveram nomes ocultados ou trocados a pedido dos mesmos.

“Em um voo de Milão para São Paulo, um passageiro de meia idade, exibindo aliança na mão esquerda, trocava olhares nada discretos com uma passageira sentada próxima, na mesma fileira. Após o jantar, arranjaram um jeito de sentar juntos. Na primeira vez que passei pelo corredor, percebi que o cinto da calça dele estava no chão e a passageira ao lado dele “transpirava”. Parei de frente para eles e avisei: “O senhor pode parar na delegacia por causa do que está fazendo, é crime. Vai ser constrangedor para sua esposa que deve estar lhe esperando em Guarulhos. Por favor se recomponha e sua situação termina por aqui”. Ele concordou e depois foi até a parte traseira do avião se explicar, argumentando que a culpa foi da passageira e ele não resistiu.”“Uma francesa, de uns 35 anos, usando uma saia jeans, sentou-se com as pernas sobre as poltronas e se masturbava enquanto lia um livro. Era nítido que ela não estava usando calcinha. Uma passageira que estava com a família, duas fileiras à frente, levantou indignada e pediu providências. Ela estava com o marido e dois filhos já adultos, que perceberam a prática muito antes dela e comentaram com o pai. Esse caso foi recente e o voo era de Guarulhos a Foz do Iguaçu. A passageira foi advertida e pareceu não se importar muito, mas se comportou até o final do voo.”

“Em um voo de Guarulhos para Roma, uma transexual sentou-se perto do banheiro. Outro passageiro trocou olhares com ela durante o embarque e, logo após o serviço de bordo, já estavam sentados um do lado do outro. Percebi o que estava acontecendo e fui obrigado a interferir. Na primeira abordagem, pedi gentilmente que se abstivessem da prática. Com arrogância, ela começou a falar alto, dizendo que não estava entendendo. Tive que ser mais firme. Foi quando ela ficou em pé, com a calça toda aberta, e perguntou quem iria impedi-la. A situação virou uma confusão, com gritaria no avião, todas as luzes acesas e tivemos que pousar em Recife para desembarcá-la. O outro passageiro envolvido na história saiu de fininho e sumiu no meio dos outros viajantes.”

“Durante um voo de Paris para Guarulhos, um casal, possivelmente casado, já que os dois chegaram e sentaram juntos e demonstravam familiaridade, ambos com mais de 1,80 m de altura, entrou no banheiro do avião enquanto o comissário, que trabalhava na parte traseira, estava de costas. O comissário me relatou que percebeu dois vultos entrando no banheiro e queria saber o que fazer. Como responsável pelo voo, devido ao silêncio com que realizavam sua fantasia, sem incomodar os outros ou fazer escândalo, decidi não fazer nada! Os dois ficaram dentro do lavatório por 22 minutos e saíram como se nada tivesse acontecido. Foram estilosos!”

“Vários passageiros estavam reclamando sobre um dos banheiros estar fechado há muito tempo. Nós batemos na porta para checar se estava tudo bem, se tinha alguém passando mal. O casal, um italiano e uma brasileira, saiu, ela abotoando o sutiã e ele fechando o cinto. Nós comunicamos que aquilo era proibido, até por questões de segurança, em caso de despressurização, por exemplo, só tem uma máscara. Portanto, não são permitidas duas pessoas no banheiro. O homem foi extremamente rude conosco. Comunicamos ao comandante e quando chegou em Fortaleza a Polícia Federal entrou no avião e escoltou os dois até a sala deles. O casal foi bem quieto junto com os policiais. Foi registrada a queixa e não sei dizer o que houve a partir dali.”

“Em um voo noturno, de Recife para São Paulo, vi durante a minha ronda um rapaz fazendo sexo oral no namorado. Como em voos nacionais não entregamos mantas, eles estavam fazendo sem a menor preocupação, sem pudores e o voo estava cheio. Acendi a luz de leitura em cima deles e pedi que se comportassem, pois estavam em um local exposto e é proibido por lei. O rapaz que estava recebendo o sexo oral ficou tirando sarro da minha cara, perguntando se eu gostei do que vi, que o namorado dele era o máximo e se eu estava reclamando era porque devia ser mal comida. Foram vários xingamentos. Um colega comissário veio até nós, falou para o rapaz fechar a calça, mas ele começou a xingar alto e acordou outros passageiros. O chefe do voo veio, conseguiu que ele fechasse a calça e os levou para a primeira fileira. Quando pousamos em Guarulhos, os policiais já estavam na porta e levaram o casal. O rapaz que estava praticando o sexo oral saiu chorando e o outro nos xingando, dizendo que ia processar a empresa por discriminação.”

“Em um voo para Nova York, um casal na primeira classe, que claramente havia tomado muito álcool e pílulas para dormir, não sabia direito onde estava. Os dois tinham tirado toda a roupa e estavam transando embaixo do cobertor na primeira classe enquanto os outros passageiros dormiam. Eles não gostaram de ser interrompidos e a tripulação teve que correr atrás deles na cabine, enquanto eles estavam completamente nus, para repreendê-los mais severamente sobre esse comportamento. Nós rimos depois desse episódio, mas na hora levamos bem a sério, com receio de que alguma criança pudesse ter visto.”

*Nomes fictícios a pedido dos entrevistados.

 

Uma alternativa sem riscos:

Uma alternativa, sem riscos ou contravenções, consiste em contratar uma empresa aérea privada para satisfazer esse desejo. Em Las Vegas (EUA), a Love Cloud oferece voos para casais ou swingers, já que o avião comporta até quatro pessoas, a partir de US$ 800 por meia hora (R$ 2.629,44, em valores convertidos em 25/07/2016) ou US$ 1.000 dólares a hora (R$ 3.286,80, em valores convertidos em 25/07/2016).

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De acordo com o proprietário Andy Johnson, os passageiros podem desfrutar de total privacidade para concretizar suas fantasias, pois ficam separados do piloto por uma porta. Além disso, ele destaca que a aeronave, equipada com colchão e almofadas, passa por um processo profissional de limpeza a cada viagem.
Depois do voo, os casais recebem cartões como membros do hipotético “mile high club”. “Eles podem mostrar aos amigos e começar uma boa conversa”, brinca Andy.

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